Copa do Mundo 2026: como empresas de turismo podem aproveitar o momento na mídia

A chegada da Copa do Mundo é considerada uma vitrine através da qual empresas de turismo podem atrair a atenção do público, como uma janela estratégica.

ASSESSORIA DE IMPRENSA

Isadora Lacerda

6/4/20262 min ler

A Copa do Mundo, um dos maiores eventos globais deste ano de 2026, é considerada uma vitrine através da qual empresas de turismo podem atrair a atenção do público. Como uma janela estratégica, ela se torna o momento perfeito para que se aproveitem do engajamento e da visibilidade do evento e conquistem espaço na mídia.

Como deve ocorrer o posicionamento de empresas do setor?

Hotéis, agências, destinos e outras empresas do setor de turismo devem aproveitar o momento da Copa do Mundo para se posicionar no mercado e na mídia, tornando-se fonte de confiança e relevância para jornalistas que cobrem o evento, oferecendo dados exclusivos e agilidade na comunicação.

- Antecipe pautas com dados e infográficos: alguns dados, como previsão de preços ou relatórios de demanda, costumam ser interessantes estatísticas para o trabalho dos jornalistas, pois demonstram o comportamento do mercado frente à este grande acontecimento.

- Ofereça porta-vozes especialistas: ao incorporar pessoas experientes para tratarem de assuntos frente-a-frente com repórteres, a empresa demonstra a autoridade do conhecimento, além de humanizar a marca.

- Proponha acesso à press trips e famtours: uma das melhores maneiras de garantir coberturas positivas é permitir que o jornalista “viva a experiência”, se possível, com roteiros imersivos.

Que tipo de pauta faz sentido neste contexto?

Ao abordarmos a Copa do Mundo de 2026 e como o setor de turismo pode se beneficiar do momento, é importante ressaltar quais são as principais pautas que fazem com que empresas do setor se posicionem com autoridade para a imprensa.

- Focar na complexidade do evento: a Copa do Mundo ocorre em 3 países, passando por 16 cidades. É importante destacar a conectividade do “como-ir”, facilitando assim o deslocamento.

- Pacotes e planejamento financeiro: demonstrar como pacotes integrados podem garantir até 35% de economia; oferecer dados sobre as estatísticas gerais do custo de viagem, além da ocupação hoteleira.

- Experiências imersivas: resgatar o turismo de experiência e trazer alternativas que vão além da Copa nos destinos em que ela ocorre; como na edição de abril da Revista Qual Viagem, que trouxe o evento como capa e as cidades em que ela ocorre como destinos turísticos.

Qual o timing ideal para cada ação de comunicação?

Eventos grandes de alcance global, como a Copa do Mundo, geralmente têm sua cobertura dividida em três grandes blocos:

- Véspera do evento: maio e o início de junho compõem o momento do pré-Copa, sendo meses ideais para a publicação de informações para os que irão viajar para o evento. Tais como alertas sobre emissão de vistos, regras de imigração, ocupação hoteleira, e informações sobre preços;

- Durante o torneio: em junho e julho, meses em que o evento está ocorrendo, o foco da mídia muda diariamente conforme a movimentação dos jogos. Assim, enviar pautas dinâmicas com agilidade é a melhor das opções para garantir um bom aproveitamento do momento;

- Após o evento: o momento posterior ao acontecimento da Copa também se faz importante para o posicionamento do setor turístico, que pode oferecer dados econômicos, análises de mercado e dos impactos do maior evento esportivo da história.

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Assessoria de imprensa focada em turismo e hotelaria.

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